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PESQUISA CIENTIFICA: A HOMOSSEXUALIDADE PODE SER MUDADA! Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual.
Na verdade, há um monte deles por aí. A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma objeção alardeada pelos proprios defensores ferrenhos da causa. Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro. No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: “A homossexualidade não pode ser mudada – os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo”. Mas ela está absolutamente errada. Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual). Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas. Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial. Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada. Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: “Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos”? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica. Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos. Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro “Ex-gays?”, Cummings afirmou: “Este estudo abriu novos caminhos [...] e abre novos horizontes para a investigação. [...] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante”. Em seguida passou a referir-se ao livro como “leitura obrigatória” para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos. Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: “As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual”. Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: “Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual [...] é segura ou eficaz”. Bem, agora existe a “pesquisa cientificamente adequada” para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças. O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que “a orientação sexual é uma característica imutável”. Parece que precisamos de um novo procurador-geral. Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais “nascem assim”, e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente. *** Por Bryan Fischer Traduzido de: http://www.renewamerica.com/columns/fischer/111027 Postado: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/mundo/estudo-comprova-que-homossexuais-nao-nasceram-assim/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+bibliacatolica+%28B%C3%ADblia+Cat%C3%B3lica+News%29 - acesso em 23/01/2012.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 16h11
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O QUE É SER CRISTÃO HOJE? 
Como seguir a Jesus Cristo hoje? 1. PROCURA É procurar a Cristo. Ele pergunta: O que procurais para os que O estavam seguindo. - primeira resposta – Rabi onde moras? Eles chamam Jesus de Rabi. Procuram o Rabi, o mestre, ou seja aquele que ensina. E o que ensina aquele mestre? Ensina a nós que precisamos “ir e ver” aonde Ele mora. Significa tomar a decisão de seguir o mestre Jesus para que Ele nos ensine aquilo que devemos aprender. Precisamos aprender as coisas de Deus, de Jesus e não do mundo. - segunda resposta – Ele é o Cordeiro. Isto se refere ao sacrifício de nossa salvação. Expia o nosso pecado doando sua vida no altar da cruz. Ele é o nosso Salvador? 2. EXPERIENCIA Eles foram e experimentaram a vida de Jesus. Após o convite de Jesus para irem e estarem com Ele, os discípulos foram e permaneceram com Ele. Experimentaram de sua vida. Partilharam de Sua vida. 3. ANUNCIO Depois da experiência com Jesus eles puderam afirmar para os outros que “encontraram o Messias”. Já não é mais somente o Rabi, mas agora é o Messias de Deus. O Filho de Deus prometido esta no meio deles, está em nosso meio. Depois de nossa experiência de ir, ver e permanecer com o Senhor Jesus, também nós somos chamados a anuncia-lo, testemunhá-lo. Por fim, Jesus olha para Simao e lhe dá uma missão: a de ser fundamento da Igreja. Na Primeira Leitura há uma indicação de como somos cristãos hoje. Samuel prucura pelo Senhor. Houve a voz que o chama. Deus nos chama. Samuel ainda não conhece a voz de Deus porque não conhece a Palavra. Precisamos conhecer a Palavra para reconhecer a voz de Deus que nos chama. Conhece-lo e depois segui-lo. Na Segunda Leitura São Paulo ensina aos coríntios a procurar o Senhor pelo Espirito e pelo corpo como templo do Espirito Santo. Ser cristão é procurar pelo Senhor para ter um encontro com Ele. O encontro com Jesus nunca é um caminho fechado, pessoal e sem consequências comunitárias… Mas é um caminho que tem de me levar ao encontro dos irmãos e que deve tornar-se, em qualquer tempo e em qualquer circunstância, anúncio e testemunho. Quem experimenta a vida e a liberdade que Cristo oferece, não pode calar essa descoberta; mas deve sentir a necessidade de partilhar com os outros, a fim de que também eles possam encontrar o verdadeiro sentido para a sua existência. “Encontramos o Messias” deve ser o anúncio jubiloso de quem fez uma verdadeira experiência de vida nova e verdadeira e anseia por levar os irmãos a uma descoberta semelhante.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 23h22
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“EIS-ME AQUI. ENVIA-ME” (Is 6.8) Eis que estamos iniciando mais um novo ano civil na graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos manda em missão e qual será a nossa resposta?
Ainda estamos em época de férias para muita gente que esta viajando para descansar ou mesmo para realizar algum trabalho planejado. Muitas crianças em casa com os pais curtindo as férias ou viajando. É tempo que parece “preguiçoso”, pois tudo vai voltando aos poucos ao seu inicio de trabalho para muita gente.
Para o Santuário Eucarístico Diocesano estamos em pleno vapor, ou velocidade informática, caprichando com a organização e planejamento do ano novo missionario-evangelizador-pastoral. Por que coloco desta maneira?
Ano novo missionário porque estamos vivendo intensamente a realidade das Santas Missões Populares em nosso Santuário. Mesmo que tenhamos aproveitado bem as festas de final de ano, as missões em nossas celebrações e retomada de caminhada é realidade. Somos um Santuário em missão e uma Paróquia onde a mãe Maria, Nossa Senhora de Fátima nos orienta a fazer tudo o que Jesus nos disser. E Ele esta a nos dizer que precisamos ser mais missionários e missionárias onde estivermos.
Ano novo evangelizador porque temos que priorizar a Palavra de Deus centralizada no Evangelho. É na vida de Nosso Senhor Jesus Cristo que está toda a nossa alegria e serviço que podemos prestar a sociedade com nossa fé. Nossa fé é em Jesus Cristo, Deus e Salvador da humanidade e Salvador de nossa vida. A boa noticia é exatamente esta: Jesus é o Senhor de nossa vida. Ele anda ansiosamente a nossa procura para nos mostra o Seu amor incondicional por nós. É preciso deixar-nos encontrar por esse Deus misericordioso e amoroso.
Ano novo pastoral também porque a nossa missão precisa ser organizada. É o Pastor com suas ovelhas caminhando para as águas mais limpas e puras. Essa água nos dará nova vida e reforçará em nós a graça de Deus para prosseguirmos em nossa caminhada pastoral. No exemplo do Bom Pastor, somos pastores que guiam o rebanho de Jesus para as águas refrescantes e pastagens verdejantes como nos diz o salmo 22.
Alem disso, começamos agora a celebrar a primeira parte do tempo comum em nossas liturgias. Vamos acompanhar com carinho nossas celebrações do Santíssimo Sacramento da Eucaristia que nos fortalece em nossa missão-evangelização-pastoral. Todo o trabalho precisa da força de Deus que vem da Santíssima Eucaristia. Novo tempo na igreja. Hora de caminhar com Jesus no cotidiano de nossa vida.
E na ultima segunda feira de janeiro teremos, com alegria para todos os leigos e leigas, agentes de pastoral, comunidade e serviços, a abertura do Ano missionário-evangelizador-pastoral, já com a presença alegre de todos e do novo membro de nossa comunidade, o Pe. Marciano. Todos estão convocados. Não deve faltar ninguém. E que a Santíssima Eucaristia seja a nossa força na caminhada de mais um novo tempo que o Senhor Jesus nos dá de presente. Na graça de Deus e na proteção de Maria. Sejamos luz! Respondamos: “Eis-me aqui. Envia-me” (Is 6,8). Amém!
Pe. Carlos Alberto de Figueiredo Reitor do Santuário Eucarístico Diocesano Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fatima
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 16h46
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EPIFANIA DO SENHOR – MANIFESTAÇÃO DO SENHOR JESUS AO MUNDO  Como o Senhor Jesus Cristo se manifestou ao mundo? - numa família pobre e simples - os magos, reis, representam as nações do mundo todo caminhando para Jesus: - leram as escrituras - seguiram uma estrela (caminhadas – peregrinação) - adoraram o Menino (ajoelharam-se) - trouxeram presentes para o Menino Jesus: - ouro: o reinado de Jesus - incenso: divindade de Jesus - mirra: humanidade de Jesus - manifestou-se como luz para as nações (primeira leitura Is 60,1-6); Reconhecemos em Jesus a “luz” libertadora de Deus? Estamos dispostos a aceitar que essa “luz” nos liberte das trevas do egoísmo, do orgulho e do pecado? Será que, através de nós, essa “luz” atinge o mundo e o coração dos nossos irmãos e transforma tudo numa nova realidade? Como nós devemos manifestar ao mundo o Filho de Deus? . Como a família de Nazaré - com nossa família - na simplicidade . Como os Reis Magos - lendo as escrituras - seguindo a estrela certa (caminhadas, reconhecendo os sinais de Deus); - Impressiona também, no relato de Mateus, a “desinstalação” dos “magos”: viram a “estrela”, deixaram tudo, arriscaram tudo e vieram procurar Jesus. Somos capazes da mesma atitude de desinstalação, ou estamos demasiado agarrados ao nosso sofá, ao nosso colchão especial, à nossa televisão, à nossa aparelhagem, ao nosso computador? Somos capazes de deixar tudo para responder aos apelos que Jesus nos faz através dos irmãos? - adorando o Menino Jesus no sacrário. Por fim, não vindo de mãos vazias. Que presentes oferecemos ao Menino Jesus? Assim, o nosso coração fica inquieto nesta procura constante de Deus. “Mas não somos só nós, seres humanos, que vivemos inquietos relativamente a Deus. Também o coração de Deus vive inquieto relativamente ao homem. Deus espera-nos. Anda à nossa procura. Também Ele não descansa enquanto não nos tiver encontrado. O coração de Deus vive inquieto, e foi por isso que se pôs a caminho até junto de nós – até Belém, até ao Calvário, de Jerusalém até à Galileia e aos confins do mundo. Deus vive inquieto conosco, anda à procura de pessoas que se deixem contagiar por esta sua inquietação, pela sua paixão por nós; pessoas que vivem a busca que habita no seu coração e, ao mesmo tempo, se deixam tocar no coração pela busca de Deus a nosso respeito.” (Bento XVI, homilia da Epifania, 2012) Epifania do Senhor Jesus. Esta celebração é um convite a aprendermos como Jesus se manifestou as nações e, assim, nós também, manifestarmos em nossa vida e comportamento, o Deus-Menino como nosso Salvador e do Mundo inteiro.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 07h37
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SANTA MISSA NA SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR – HOMILIA DO PAPA BENTO XVI em 06 de janeiro de 2012Queridos irmãos e irmãs, A Epifania é uma festa da luz. «Ergue-te, Jerusalém, e sê iluminada, que a tua luz desponta e a glória do Senhor está sobre ti» (Is 60, 1). Com estas palavras do profeta Isaías, a Igreja descreve o conteúdo da festa. Sim, veio ao mundo Aquele que é a Luz verdadeira, Aquele que faz com que os homens sejam luz. Dá-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus (cf. Jo 1, 9.12). Para a liturgia, o caminho dos Magos do Oriente é só o início de uma grande procissão que continua ao longo da história inteira. Com estes homens, tem início a peregrinação da humanidade rumo a Jesus Cristo: rumo àquele Deus que nasceu num estábulo, que morreu na cruz e, Ressuscitado, permanece connosco todos os dias até ao fim do mundo (cf. Mt 28, 20). A Igreja lê a narração do Evangelho de Mateus juntamente com a visão do profeta Isaías, que escutámos na primeira leitura: o caminho destes homens é só o início. Antes, tinham vindo os pastores – almas simples que habitavam mais perto de Deus feito menino, podendo mais facilmente «ir até lá» (cf. Lc 2, 15) ter com Ele e reconhecê-Lo como Senhor. Mas agora vêm também os sábios deste mundo. Vêm grandes e pequenos, reis e servos, homens de todas as culturas e de todos os povos. Os homens do Oriente são os primeiros, seguidos de muitos outros ao longo dos séculos. Depois da grande visão de Isaías, a leitura tirada da Carta aos Efésios exprime, de modo sóbrio e simples, a mesma ideia: os gentios partilham da mesma herança (cf. 3, 6). Eis como o formulara o Salmo 2: «Eu te darei as nações por herança, e os confins da terra para teu domínio» (v. 8).Os Magos do Oriente vão à frente. Inauguram o caminho dos povos para Cristo. Durante esta Missa, vou conferir a Ordenação Episcopal a dois sacerdotes, consagrá-los-ei Pastores do povo de Deus. Segundo palavras de Jesus, caminhar à frente do rebanho faz parte da função do Pastor (cf. Jo 10, 4). Por isso naqueles personagens, que foram os primeiros pagãos a encontrar o caminho para Cristo, talvez possamos – não obstante todas as diferenças nas respectivas vocações e tarefas – procurar indicações para a missão dos Bispos. Que tipo de homens eram os Magos? Os peritos dizem-nos que pertenciam à grande tradição astronómica que se fora desenvolvendo na Mesopotâmia no decorrer dos séculos, e era então florescente. Mas esta informação, por si só, não é suficiente. Provavelmente haveria muitos astrónomos na antiga Babilónia, mas poucos, apenas estes Magos, se puseram a caminho e seguiram a estrela que tinham reconhecido como sendo a estrela da promessa, ou seja, a que indicava o caminho para o verdadeiro Rei e Salvador. Podemos dizer que eram homens de ciência, mas não apenas no sentido de quererem saber muitas coisas; eles queriam algo mais. Queriam entender o que é que conta no facto de sermos homens. Provavelmente ouviram falar da profecia de Balaão, um profeta pagão: «Uma estrela sai de Jacob, e um cetro se levanta de Israel» (Nm 24, 17). Eles aprofundaram esta promessa. Eram pessoas de coração inquieto, que não se satisfaziam com aparências ou com a rotina da vida. Eram homens à procura da promessa, à procura de Deus. Eram homens vigilantes, capazes de discernir os sinais de Deus, a sua linguagem subtil e insistente. Mas eram também homens corajosos e, ao mesmo tempo, humildes: podemos imaginar as zombarias que tiveram de suportar quando se puseram a caminho para ir ter com o Rei dos Judeus, enfrentando canseiras sem número. Mas, não consideravam decisivo o que se pensava ou dizia deles, mesmo pelas pessoas influentes e inteligentes. Para eles o que contava era a própria verdade, não a opinião dos homens. Por isso, enfrentaram as privações e o cansaço dum caminho longo e incerto. Foi a sua coragem humilde que lhes permitiu prostrar-se diante dum menino filho de gente pobre e reconhecer n’Ele o Rei prometido, cuja busca e reconhecimento fora o objectivo do seu caminho exterior e interior.Queridos amigos, em tudo isto é possível ver alguns traços essenciais do ministério episcopal. Também o Bispo deve ser um homem de coração inquieto, que não se satisfaz com as coisas rotineiras deste mundo, mas segue a inquietação do coração que o impele interiormente a aproximar-se sempre mais de Deus, a procurar o seu Rosto, a conhecê-Lo cada vez melhor, para poder amá-Lo sempre mais. Também o Bispo deve ser um homem de coração vigilante que percebe a linguagem subtil de Deus e sabe discernir a verdade da aparência. Também o Bispo deve estar repleto da coragem da humildade, que não se interessa do que a opinião dominante diz dele, mas por critério toma a medida da verdade de Deus, comprometendo-se com ela «opportune – importune». Deve ser capaz de ir à frente indicando o caminho. Deve ir à frente seguindo Aquele que a todos nos precedeu, porque é o verdadeiro Pastor, a verdadeira estrela da promessa: Jesus Cristo. E deve ter a humildade de prostrar-se diante daquele Deus que Se tornou tão concreto e tão simples que contradiz o nosso orgulho insensato, que não quer ver Deus assim perto e pequenino. Deve viver a adoração do Filho de Deus feito homem, aquela adoração que lhe indica sem cessar o caminho.A liturgia da Ordenação Episcopal exprime o essencial deste ministério em oito perguntas dirigidas aos Ordenandos, que começam sempre com a palavra: «Vultis? – Quereis?». As perguntas orientam a vontade e indicam-lhe o caminho a tomar. Gostaria de mencionar aqui, brevemente, algumas das palavras-chave desta orientação, nas quais se concretiza aquilo que há pouco reflectimos a partir dos Magos que aparecem na festa de hoje. A missão dos Bispos é «praedicare Evangelium Christi», «custodire», «dirigere», «pauperibus se misericordes praebere», «indesinenter orare». O anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, guardar o depósito sagrado da nossa fé, ir à frente e guiar, a misericórdia e a caridade para com os necessitados e os pobres nas quais se reflecte o amor misericordioso de Deus para connosco e, finalmente, a oração contínua são características fundamentais do ministério episcopal. A oração contínua significa nunca perder o contacto com Deus, deixar-se tocar sempre por Ele no íntimo do nosso coração e deste modo sermos permeados pela sua luz. Só quem conhece a Deus pessoalmente é que pode guiar os outros para Deus. E só quem guia os homens para Deus é que os guia pela estrada da vida.O coração inquieto, de que falámos inspirando-nos em Santo Agostinho, é o coração que, em última análise, não se satisfaz com nada menos do que Deus e é, precisamente assim, que se torna um coração que ama. O nosso coração vive inquieto por Deus, e não pode ser doutro modo, embora hoje se procure, com «narcóticos» muito eficazes, libertar o homem desta inquietação. Mas não somos só nós, seres humanos, que vivemos inquietos relativamente a Deus. Também o coração de Deus vive inquieto relativamente ao homem. Deus espera-nos. Anda à nossa procura. Também Ele não descansa enquanto não nos tiver encontrado. O coração de Deus vive inquieto, e foi por isso que se pôs a caminho até junto de nós – até Belém, até ao Calvário, de Jerusalém até à Galileia e aos confins do mundo. Deus vive inquieto connosco, anda à procura de pessoas que se deixem contagiar por esta sua inquietação, pela sua paixão por nós; pessoas que vivem a busca que habita no seu coração e, ao mesmo tempo, se deixam tocar no coração pela busca de Deus a nosso respeito. Queridos amigos, foi esta a missão dos Apóstolos: acolher a inquietação de Deus pelo homem e levar o próprio Deus aos homens. E, seguindo os passos dos Apóstolos, esta é a vossa missão: deixai-vos tocar pela inquietação de Deus, a fim de que o anseio de Deus pelo homem possa ser satisfeito.Os Magos seguiram a estrela. Através da linguagem da criação, encontraram o Deus da história. É certo que a linguagem da criação, por si só, não é suficiente. Apenas a Palavra de Deus, que encontramos na Sagrada Escritura, podia indicar-lhes definitivamente o caminho. Criação e Escritura, razão e fé devem dar-se as mãos para nos conduzirem ao Deus vivo. Muito se discutiu sobre o tipo de estrela que guiou os Magos. Pensa-se numa conjunção de planetas, numa Supernova, ou seja, uma daquelas estrelas inicialmente muito débeis que, na sequência duma explosão interna, irradia por algum tempo um imenso esplendor, num cometa, etc. Deixemos que os cientistas continuem esta discussão. A grande estrela, a verdadeira Supernova que nos guia é o próprio Cristo. Ele é, por assim dizer, a explosão do amor de Deus, que faz brilhar sobre o mundo o grande fulgor do seu coração. E podemos acrescentar: tanto os Magos do Oriente, mencionados no Evangelho de hoje, como os Santos em geral pouco a pouco tornaram-se eles mesmos constelações de Deus, que nos indicam o caminho. Em todas estas pessoas, o contacto com a Palavra de Deus provocou, por assim dizer, uma explosão de luz, através da qual o esplendor de Deus ilumina este nosso mundo e nos indica o caminho. Os Santos são estrelas de Deus, pelas quais nos deixamos guiar para Aquele por quem o nosso ser anseia. Queridos amigos, vós seguistes a estrela que é Jesus Cristo, quando dissestes o vosso «sim» ao sacerdócio e ao ministério episcopal. E certamente brilharam para vós também estrelas menores, que vos ajudaram a não errar o caminho. Na Ladainha dos Santos, invocamos todas estas estrelas de Deus, a fim de que brilhem sempre de novo para vós e vos indiquem o caminho. Com a Ordenação Episcopal, vós mesmos sois chamados a ser estrelas de Deus para os homens, guiando-os pelo caminho que leva à verdadeira Luz: Cristo. Invoquemos, pois, agora todos os Santos, para que possais corresponder sempre a esta vossa missão mostrando aos homens a luz de Deus. Amen.Fonte: site do Vaticano (blog catolico Ide e anunciai)
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 11h27
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SOLENIDADE DA SANTA MAE DE DEUS 
POR QUE CELEBRAMOS A SANTA MAE DE DEUS? Para afirmarmos que nossa Senhora, Maria é a Mãe de Deus porque é Mãe de Jesus. Sendo Jesus Deus, portanto Maria é Mãe de Deus. Em sendo mãe de Deus é também mãe da igreja e nossa mãe. Portanto estamos falando da maternidade. Como Deus tem sua Palavra para nós neste domingo em que celebramos a Mãe de Deus, o 45º Dia Mundial da Paz, iniciado em 1968 por Paulo VI, e o primeiro dia do Ano Novo, vamos meditar sobre o valor da maternidade na educação dos jovens para a justiça e a paz. Nosso Papa Bento XVI, em sua homilia do dia mundial da paz pede que a família promova cada vez mais uma educação dos jovens seus filhos para a justiça e para a paz. O Papa tem em mente muitos conflitos e problemas de falta de justiça e violência no mundo. Para se combater isso nos pede uma formação familiar para a justiça e a paz. Neste sentido a maternidade de Maria pode nos ensinar muito. Maria, Mãe de Jesus e, portanto, Mãe de Deus nos ensina que devemos guardar todos os fatos sobre Jesus, Seu Filho, e meditá-los em nosso coração. Guardar os fatos sobre Jesus significa aprendermos a ter formação, ou seja, uma catequese sobre o Filho de Deus em nossa vida familiar. É ter a presença de Jesus, o príncipe da Paz. Jesus é a nossa Paz, como aprendemos em nossa família desde cedo. Nossos pais gastavam mais tempo conosco. Nossa mãe estava mais presente nos mostrando o caminho da paz. Guardar os fatos de Jesus é aprender mais sobre Ele. A maternidade com a paternidade precisa gastar mais tempo com seus filhos. Meditar sobre os acontecimentos de Jesus no coração é manter uma espiritualidade que leve os nossos jovens a atuar em beneficio do bem e da paz. Meditar os fatos é buscar uma compreensão deles e como Deus os coloca em nossa vida e deseja que os tratemos. É colocarmos em nosso coração. Meditar e agir em beneficio da paz. A família é a primeira escola de formação para a justiça e a paz. Diz o Papa que educação se faz com presença. É preciso buscar o exemplo de Maria que estava presente na educação do Seu Filho, Nosso Senhor. Educar é dar testemunho. Maria foi a testemunha exemplo de seguidora de seu Filho Jesus. Educar é ser abençoadora dos jovens filhos. Educar para a justiça e a paz é ser mãe e pai, ou seja, família que são exemplos de seguidores de Jesus, o Príncipe da Paz. Ter paz é ter Jesus. Tenhamos paz em 2012. Tenhamos o dono da paz, Jesus, com a ajuda de Sua Mãe, Maria, a Mãe de Deus.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 23h24
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HOMILIA DE NATAL – “FAMILIA MISSIONARIA DA PAZ” 
Missionaria da paz é aquela familia que imita a familia de nazaré. Imita em que? No cuidado com o filho que vai nascer, portanto, com a vida desde a sua concepçao... A familia missionaria da paz tem fé na vida que Deus ofereceu para ser vivida na paz, na concordia, no amor, no respeito, na etica, na proteçao da vida desde o inicio. Ser familia missionaria da paz é imitar a familia de nazaré defendendo a vida em seu seio e propondo a defesa da vida no seio da sociedade contra aqueles que nao tem fé em Deus e nao acreditam que a vida é de Deus e somente Ele pode dispor dela. A familia imita a de Nazaré procurando um abrigo familiar para o recem nascido. Esposa e esposo que tudo fazem para ser familia em uma casa, um abrigo, um lar. Familia missionaria da paz ajuda a ter uma lar. Ser familia missionaria da paz é dar abrigo a familia sem lar. Dar abrigo e lar para o Menino Jesus que nasce. É nao empurrar o outro para fora da minha vida. É dar abrigo. É oferecer abrigo. Nao tendo medo da noticia que o Senhor quer nos dar. Deus tem muitas noticias boas, basta a nossa fé. Nao podemos ficar acomodados sem arriscar na fé. Somos familias missionarias da paz se temos fé nas palavras de Deus para nós e se sabemos receber boas noticias de Deus em nosso coraçao. Se sabemos ser boa noticia para quem precisa. Crendo na salvaçao do Menino Deus para nossas familias. É preciso crer que somente Jesus Menino pode ser o salvador de nossas familias. Uma familia sem Jesus é uma familia triste, sem profundidade, apegada aos bens materiais, gananciosa, violenta, agressiva. Por outro lado, uma familia missionaria da paz tem como seu centro, nao o trabalho ostensivo e desgastante, mas o Filho de Deus hoje encarnado, presente em nossa historia. Somos chamados a ser familia missionaria da paz levando a fé no Salvador às outras familias carentes da presença salvadora do Menino Deus. Por fim, somos familia missionaria da paz sendo alegres e felizes porque nossa esperança está nas maos do Deus que ja está presente em nosso meio. Nasceu para nós, para nossa salvaçao, para nossa alegria, para nosso jubilo, o Salvador que é o Cristo Senhor. É um menino pequeno é fragil. Este é nosso Deus. Deus de nossa familia. Ser familia missionaria da paz é experimentar esta alegria da salvaçao a nós oferecida, aceita-la e promove-la as outras familias ainda carentes do amor de Deus. Beato João XXIII, Papa. Diário: “Deitado em uma manjedoura“ - Vem bom Jesus, vem e não tardes!”… A noite vai avançada, as estrelas cintilam no frio do céu. Chegam aos meus ouvidos as vozes barulhentas e os gritos da cidade. São os que gozam este mundo, os que festejam com excessos a pobreza do Salvador. E eu velo, pensando no mistério de Belém. Vem, Senhor Jesus, estou à tua espera. Maria e José, rejeitados pelos habitantes e sentindo que o momento se aproxima, partem para o campo à procura de um abrigo. Eu sou apenas um pobre pastor, só tenho um pobre estábulo, uma pequena manjedoura e um pouco de palha, Ofereço-vos tudo, tende a bondade de aceitar esta pobre cabana. Apressa-te, Jesus, eis o meu coração para ti. A minha alma é pobre e vazia de virtudes, a palha das minhas muitas imperfeições picar-te-á; mas que queres tu, Senhor? É tudo o que possuo. A tua pobreza comove-me, enternece-me, arranca-me lágrimas. Mas não vejo nada melhor para te oferecer. Jesus, enfeita a minha alma com a tua presença, com as tuas graças, queima a palha e transforma-a em lençol para o teu corpo santíssimo… Jesus, eu te espero. Eles deixam-te gelar; vem para o meu coração. Sou apenas um pobrezinho mas aquecer-te-ei como puder; pelo menos, quero que te alegres com o desejo que tenho de te amar muito.” Linda História de Natal Um dia, Gabriel acordou, muito contente, era a véspera de Natal, pois para ele era uma data muito importante! Era o dia do Aniversário do Menino Jesus, e também o dia que Papai Noel vinha visitá-lo todos os anos. Com seus seis aninhos, esperava ansiosamente o cair da noite para voltar a dormir, e no outro dia encontrar em seu pé de meia, o seu presente de Natal, pois nem tinha uma árvore de Natal. Dormiu muito tarde, para ver se pegava aquele velhinho no "flagra", mas como o sono era maior que sua vontade, dormiu profundamente. Mas, na manhã de Natal, percebeu que seu pé de meia não estava lá, e que não havia presente nenhum em toda sua casa. Seu pai desempregado, com os olhos cheios de água, observava atentamente o seu filho, e esperava para tomar coragem para falar que o seu sonho não existia, e com muita dor no coração, o chama: - Gabriel, meu filho, vem cá! - Papai? - O que foi filho? O Papai Noel se esqueceu de mim... Falando isso, Gabriel abraça o pai, e os dois se põem a chorar, quando Gabriel fala: - Ele também se esqueceu de você pai? - Não meu filho. O melhor presente que eu poderia ter ganhado na vida, está em meus braços, e fique tranqüilo, pois eu sei que o Papai Noel não se esqueceu de você. - Mas todas as outras crianças vizinhas estão brincando com seus presentes... Ele pulou a nossa casa... - Pulou não... O seu presente está te abraçando agora, e vai te levar para um dos melhores passeios de sua vida! E assim foram para um parque, e Gabriel brincou com o pai durante o resto do dia, voltando somente no começo da noite. Chegando a casa muito sonolento, Gabriel foi para seu quarto, e "escreveu" para o Papai Noel: "Querido Papai Noel, Eu sei que é cedo demais para pedir alguma coisa, mas quero agradecer o presente que o senhor me deu. Desejo que todos os Natais que eu passe, faça com que meu pai se esqueça de seus problemas, e que ele possa se distrair comigo, passando uma tarde maravilhosa como a de hoje. Obrigado pela minha vida, pois descobri que não são com brinquedos que somos felizes, e sim, com o verdadeiro sentimento que está dentro de nós, que o Senhor desperta nos Natais. De quem te agradece por tudo, Gabriel. E foi dormir com um lindo sorriso nos lábios. Entrando no quarto para dar boa noite ao seu filho, o pai de Gabriel viu a cartinha, e a partir desse dia, não deixou que seus problemas afetassem a felicidade dele, e começou a fazer que todo dia fosse um Natal para ambos. Se um simples garotinho de seis anos, conseguiu perceber que os melhores presentes que se pode receber não são materiais, porque nós não fazemos o mesmo? Feliz Natal!
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 11h19
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4º Domingo do Advento - FAMILIA MISSIONÁRIA DA PAZ – Gerar 
A família é missionária da paz se gera. Estamos no período do advento. É tempo de espera confiante no Deus que vem. No evangelho de Hoje é anunciado pelo anjo que o Senhor vai ser concebido, vai ser gerado no ventre de Maria. Ele entrou no mundo dos homens e mulheres. Como o evangelho no ensina a gerar a paz? No evangelho aparece o anjo (é a presença de Deus na família para gerar a paz. Sem Deus não há paz nas famílias) é quem nos ensina como gerar a paz; O anjo diz não tenhas medo (a gente aprende que não se pode ter medo de educar a família para a paz); o anjo ainda diz que Maria encontrou graça diante do Senhor ( isto quer dizer que a família deve proporcionar uma realidade onde Deus vai encontrar graça nela. A família proporciona graça para ser encontrada diante de Deus? Deus encontra graça na tua família? Esta graça vem de Deus.); O anjo fala do poder do altíssimo que virá sobre Maria (é a família que deixa o poder de Deus influir sobre ti. Deus tem poder e a família deixará Deus influir para ter paz.); continua o anjo dizendo que para Deus nada é impossível (precisamos crer em Deus que é o Deus do impossível. Não desistir nunca no poder de Deus.). Deste modo é preciso Gerar Jesus dizendo sim a Deus, dizendo: “faça-se!” Como a família gera a paz? Segundo o livro de Samuel a “promessa” de Deus irá concretizar-se num “filho” de David, através do qual Deus oferecerá ao seu Povo a estabilidade, a segurança, a paz, a abundância, a fecundidade, a felicidade sem fim. Diz o profeta que o rei Davi deseja construir um templo para Deus. Deus mesmo diz que vai construir uma casa para o seu povo. É construindo um templo para o Senhor no coração, é deixando Deus fazer isso a partir de dentro: do coração. Como a família gera a paz? Como você pode ajudar a tua família a gerar a paz? Deixando-se confirmar a família e a comunidade na fidelidade a Deus. A fidelidade da família a Deus vai ser alimentada pela Palavra de Deus. Deste modo a família é missionária da paz se gera Jesus no coração de seus membros. E a Palavra de Deus é capaz de gerar o desenvolvimento da paz nos corações onde a família bebe da graça de Deus. Como Maria gerar Jesus nos corações, assim é possível gerar a paz nas famílias e na sociedade.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 17h08
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NATAL DA FAMILIA MISSIONARIA DA PAZ

Estamos no clima de Natal e nas festas de fim de ano. Toda a cidade se enfeita com luzes para chamar a atenção de um tempo diferente que está no ar. É o nascimento do Senhor Jesus. Este é o verdadeiro sentido do Natal. É também momento da família se reunir e celebrar este tempo de graça. Nossa família deve parar para refletir, decidir a fazer algo pela paz, a orar pela paz e ser missionária da paz. A família cristã tem em Jesus Cristo a principal orientação para sua vida. É hora da família aproveitar esta realidade nova no ano e parar um momento para refletir como atuou pela paz. Em sua vida durante todo o ano como fez alguma ação pela paz? Como contribuiu pela paz? Como ensinou a paz aos seus filhos? Como viveu a paz? Como tentou superar as desavenças? Como tentou superar as divisões e as agressividades? Como trabalhou a violência? Como enfrentou a falta de paz no egoísmo, na falta de solidariedade, na falta de justiça, na falta de tempo aos filhos e aos cônjuges? São tantas perguntas para a avaliação da família. É preciso projetar um ano novo de novos comportamentos familiares que incentivem a paz. O exemplo bíblico vem da Família de Nazaré. Ela parou e refletiu sobre o que estava acontecendo com sua vida neste novo tempo em que o Senhor os chamava a uma missão diferente. O que estava fazendo e como daqui para frente podia servir a Deus servindo as famílias. Momento de reflexão para a família de Nazaré. Depois de uma parada para análise dos comportamentos e ações da família, esta precisa fazer algo muito importante, ou seja, decidir a fazer alguma ação pela paz. Projetar o ano novo de comportamentos e ações que enfrentem a violência e promovam a paz. Os pais devem iniciar esta reflexão e proposta, mas devem ouvir seus filhos e outros membros da família. A Família Sagrada também decidiu fazer algo pela paz. Ela decidiu partir para colaborar com seus parentes Isabel e Zacarias grávidos. É a ajuda missionária da família de Nazaré aos seus primos. É o encontro de João e Jesus ainda no ventre. É o encontro de duas mulheres e de duas mães que estão ao serviço do Senhor da Paz. É o encontro de dois pais, homens de Deus. Natal é encontro. Ser missionário e ser pessoa do encontro. “Eu oro pela paz”. A família precisa começar com a oração o seu desejo de paz para si mesma e também para cumprir o desejo de Jesus de levar a paz às outras famílias. “A paz esteja convosco”. A família se prepara para sua missão orando pela paz. Orar pela paz em família. A família de Nazaré e a família de Ain Karen, ou seja, a família de Jesus e a família de João Batista oram pela paz. “a minh’alma engrandece ao Senhor e meu espírito se alegra em Deus meu Salvador...”. Só uma alma e um espírito tão cheio de paz podem orar assim. As duas famílias oram antes de suas decisões da missão. A missão é apresentar e acompanhar o Deus da Paz. O próximo passo, depois de se preparar com a oração, é visitar os vizinhos e/ou desconhecidos. Somos família missionária se falamos de Deus aos vizinhos, aos amigos, aos conhecidos e também, principalmente, para os desconhecidos. Deus nos deu uma missão: falar de paz e de Deus que nasce sempre em nossos corações com outras pessoas e famílias. É preciso se aproximar para cumprir a missão. Portanto, o natal da família missionária da paz será muito melhor e feliz se ela fizer um momento de reflexão, se ela tomar suas decisões pela paz, se ela orar com os membros da própria família e outras, se ela sair em visita de outras pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de um encontro pessoal com Jesus, o Deus da paz. Assim estaremos sendo família missionária da paz neste natal e em toda a nossa vida.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 13h02
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DEUS NOS PEDE PARA PREPARAR O CAMINHO DO SENHOR – 2º DA Estamos no tempo do Advento, ou seja, no tempo em que a igreja celebra a vinda do Filho do Filho de Deus entre nós. Deus viu nossa incapacidade de vencer o mal e nos enviou seu Filho. Celebramos o advento de Jesus entre nós nos preparando para este encontro. Ele vai chegar. Como nos preparamos para esta chegada? O que diz a palavra de Deus hoje para nós para avançarmos um pouco mais em nossa caminhada no advento? Semana passada, primeiro domingo do advento o Senhor nos chamou a vigiar. E agora nos chama a preparar. Este é o ensinamento para o segundo domingo do advento: preparar. Não preparar qualquer coisa, mas o caminho do Senhor. Antes de qualquer coisa precisamos saber o que é o caminho do Senhor. Por onde o Senhor vai andar? Onde o Senhor quer estar? O Senhor mesmo nos revelou que Ele mesmo é o Caminho que nos leva ao Pai. Jesus é o Caminho. Se ele é o caminho como preparamos o Caminho do Senhor? Eis o Caminho do Senhor. Eis onde o Senhor quer estar caminhando: a nossa vida, o nosso coração. Devemos preparar a nossa vida e nosso coração que é por onde o Senhor deseja caminhar, onde o Senhor deseja estar e onde João Batista atuou. Ele preparou o caminho do Senhor, ou seja, os corações das pessoas. Como preparamos o caminho do Senhor, nossa vida e nosso coração? O próprio Deus nos ensina com Sua Palavra de hoje. Preparamos o Caminho do Senhor, ou seja, nossa vida, nosso coração, como João Batista no Evangelho (Mc 1,1-8) no ensinou: com conversão, confessando nossos pecados, renovando nosso batismo. Voltar para Deus, ir ate o sacramento da confissão para sairmos de nossos pecados e assumindo nosso ser cristão de batizados que somos. Preparamos os caminhos do Senhor, ou seja, nossa vida, nosso coração como nos ensina o profeta Isaias (Is 40,1-5.9-11). Ele diz que é preciso preparar os caminhos do Senhor sendo uma voz que proclama para todo o povo que a gloria do Senhor se manifestará. Essa gloria se manifestará com o próprio Deus vindo com poder e apascentando o seu rebanho. Preparamos o caminho do Senhor nos deixando Deus nos apascentar e não nós mesmos querendo nos apascentar a nós. Deixando Deus nos guiar a nossa vida, entregando nossa vida em suas mãos e deixando-O nos libertar. Preparamos os caminhos do Senhor quando nos esforçamos como povo de Deus a conversão, levando uma vida santa e piedosa, como nos diz São Pedro (2Pd 3,8-14). Preparamos nossa vida para novos céus e nova terra onde habita a justiça, promessa do Senhor, nos empenhando para viver numa vida pura, sem mancha e na paz. Neste advento o Senhor nos chama a preparar o caminho. O caminho onde Jesus deseja passar é nossa vida e nosso coração convertido, nossa vida entregue nas mãos o Pastor Jesus e nos esforçando para viver uma vida santa e pura. Caminho convertido é a nossa vida mais cheia de Deus. Assim estaremos mesmo nos preparando para o nascimento do Filho de Deus entre nós.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 15h13
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ADVENTO – TEMA: FAMÍLIA MISSIONÁRIA DA PAZ. TEMA DESTE DOMINGO É VIGIAR
Também neste final de semana estamos lançando a campanha “Renovar é Preciso”. Ela consiste em nos motivarmos a renovar o dizimo que trata de nossa confiança na providencia de Deus e na importância na continuidade da missão que Jesus nos deixou. De hoje em diante estamos em campanha para que todos os fiéis do Santuário e paroquianos possam renovar o seu dizimo para o próximo ano. Mas voltemos ao nosso tema com a pergunta: como nossa família pode ser missionária da paz? Antes de respondermos a esta questão importantíssima é preciso tomar consciência de que estamos vivendo um difícil tempo de violência que está passando dos limites. Por outro lado cremos na Palavra de Deus que deseja que seu povo viva em paz. Como podemos adorar o nosso Deus sem paz? Como podemos servir a este Deus sem paz? Como podemos viver no reino de Deus que começa aqui sem paz? Como criar nossas famílias sem paz? Como trabalhar e nos divertirmos no meio dessa violência toda? E o pior é que toda essa violência nos leva a ter também comportamentos violentos. É o diabo da violência dizendo que não tem problema não; que pode continuar assim porque não tem solução; que não tem jeito... Mas nós servirmos o Deus da paz e da justiça, não podemos ficar em silencio... Nossos filhos merecem uma sociedade melhor... Claro que nem tudo está perdido... Há muitos trabalhos bacanas pela paz: Mas o que queremos é que a família cianortense se conscientize que é preciso promover comportamentos de paz em seu seio em primeiro lugar e, depois espalhar isso para seus vizinhos e para a sociedade toda (teremos o movimento: “Cianorte Pela Paz”). A família é o lugar de paz. Pais precisam ensinar a cultura da paz, os valores da paz para seus filhos. Um modo importante de realizar a paz em família é que ela se volte mais para Deus. Que busque a confissão, a participação na Eucaristia, a leitura bíblica, a oração em geral e especialmente do terço, os sacramentos, a vida na verdade, na honestidade, na fraternidade, na ética, nos valores humanos e cristãos. A paz começa na família. (TRAZER AQUI OS CASAIS NOIVOS) A Palavra de Deus hoje nos mostra que a família para ter paz deve vigiar porque não sabe quando o dono da casa vai voltar. Vigiando a família promove a paz em seu seio. O dono de nossa família é Jesus. Ele vai voltar. O profeta Isaias diz que a família é obra das mãos de Deus O Oleiro e como barro está nas mãos do Senhor ser refeita, reparada nos seus defeitos e também, para realizar a Sua santa vontade que é tornar-se propagadora da paz e da não-violência. E São Paulo afirma que Jesus é fiel e a família é chamada a comunhão com Ele. Nesta comunhão com Jesus é que a família se torna missionária da paz. Por fim, a família é missionária da paz vigiando sobre o cuidado com a evangelização de sua igreja e de com sua comunidade. O zelo da família com a igreja de Jesus é também vigilância, é missionária. A família que tem uma experiência forte com Deus vigia sempre com a entrega do seu dízimo em dia. Dizimo promove a paz. Vamos ver um vídeo que fala da campanha “Renovar é preciso”. Se “evangelizar é preciso”, renovar também é preciso para continuarmos com muita fé a missão que Jesus nos confiou. Advento é a família missionária vigiando para celebrar em paz o Natal do Senhor Jesus.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 15h12
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Anglicanos dos EUA: Um passo avante no retorno à Igreja de RomaNo próximo dia 1° de janeiro receberão o ordinariatoBALTIMORE, sexta-feira 18 novembro, 2011 (ZENIT.org) – Os anglicanos residentes nos Estados Unidos que desejam voltar à plena comunhão com a Igreja Católica, receberão um ordinariato no próximo dia 1° de janeiro. O anúncio foi feito terça-feira, 15 de novembro, pelo cardeal Donald Wuerl, arcebispo de Washington, DC, durante a reunião plenária de outono da Conferência Episcopal dos EUA, realizada em Baltimore. O cardeal Wuerl é o delegado para a implementação do Anglicanibus Coetibus nos Estados Unidos. Se trata da Constituição Apostólica do Papa Bento XVI do 2009, indicando às comunidades anglicanas as modalidades para entrar na Igreja Católica, através do estabelecimento de ordinariatos pessoais, um novo tipo de estrutura canônica. Tais ordinariatos correspondem a regiões geográficas semelhantes às dioceses, mas tipicamente nacionais no objetivo. O ordinariato foi criado na Inglaterra, o segundo surgirá nos Estados Unidos. As paróquias dos ordinariatos são católicas, ainda que mantendo elementos da herança anglicana, especialmente nas práticas litúrgicas. Não serão aceitas, no entanto, exceções sobre o celibato sacerdotal, que permanecerá a norma também para os futuros candidatos ao sacerdócio deste grupo. Os ordinariatos serão guiados por um "ordinário" que terá um papel semelhante ao do bispo, mas poderá ser um sacerdote ou um bispo. O ordinário para os Estados Unidos será nomeado sempre no dia 1° de janeiro. "Estou convencido de que o Ordináriato - disse o Cardeal Wuerl - será uma verdadeira expressão da Igreja Católica." O arcebispo de Washington disse que diferentes comunidades episcopais decidiram pegar a estrada antes de entrar em plena comunhão com a Igreja de Roma, enquanto que as comunidades pertencentes à Diocese de Fort Worth e à arquidiocese de Washington já concluíram o percurso de acolhida. Segundo as estimativas do cardeal, 2.000 fiéis ex-anglicanos poderiam ser os primeiros membros acolhidos no Ordinariato, que será eregido no modelo existente de Nossa Senhora de Walsingham, na Inglaterra e País de Gales.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 21h36
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COMO VIVER ATÉ A SEGUNDA VINDA DE JESUS? 
CERTEZA: JESUS VIRÁ NOS ULTIMOS TEMPOS! O Evangelho (Mt 25,14-15.19-21) responde: colocando-se a serviço os dons que Deus lhe presenteou. Os dons para estarem a serviço da comunidade do povo de Deus. O dom do amor repartido; os dons da fé, da esperança, da caridade, do perdão, da reconciliação... Fazendo render estes dons, estes talentos dados por Deus. Talentos: na época de Jesus equivaleriam a 36 k de prata; ao salário de 3.000 mil dias de serviço de um operário não qualificado. É muita coisa que o Senhor coloca a nossa disposição. Por que Mateus está repassando esse ensinamento a sua comunidade? Porque eles estavam desanimados pelas perseguições acontecidas no ano 80; e porque estava demorando a segunda vinda de Jesus, então, alguns cristãos estavam desanimando da espera e caindo no rotineiro, na facilidade, no comodismo, na mediocridade... Estavam perdendo o entusiasmo do seguimento de Jesus. Para Mateus o Senhor vem. E preciso colocar em serviço os talentos porque Ele vai pedir contas dos dons que cada um recebeu. Mateus exorta a sua comunidade no sentido de estar alerta e vigilante, sem se deixar vencer pelo comodismo e pela rotina. Os dois primeiros servos tiveram a ousadia de não se contentar com o que já tinham; não se deixaram dominar pelo comodismo e pela apatia… Lutaram, esforçaram-se, arriscaram, ganharam. Todos os dias há cristãos que têm a coragem de arriscar. Não aceitam a injustiça e lutam contra ela; não pactuam com o egoísmo, o orgulho, a prepotência e propõem, em troca, os valores do Evangelho... Usar bens os talentos é como a mulher virtuosa da primeira leitura (Pr 31,10-13.19-20.30-31). Ela trabalha e cuida dos pobres. Como esta mulher o cristão que espera o Senhor cuida do trabalhão cotidiano servindo a Deus e ajudando os pobres, está ajudando ao próprio Jesus. Usar bens os talentos que Deus deu é para São Paulo (1Ts 5,1-6) não dormir na tranqüilidade do dia a dia, mas ser vigilante e sóbrio. Não é estar amortecido pelos acontecimentos repetitivos do cotidiano, mas andar na sobriedade. Estar acordado e em estado de vigia sobre nós mesmos e nosso comportamento. Hoje o Senhor revela que nos deu vários talentos. Estes devem ser colocados em pratica e a serviço da comunidade. Assim eles renderão e, quando o Senhor voltar, estaremos prontos para Lhe apresentar o que rendeu. Estamos fazendo render para Deus os valores que Ele depositou em nós?
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 16h02
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O Papa João Paulo II escreveu o documento Ecclesia de Eucharistia falando da extrema ligação de Nossa Senhora com a Eucaristia. Há um nexo profundo entre Maria Santíssima e a Eucaristia; o próprio beato afirma que ela foi o primeiro sacrário do mundo, por essa razão, ela em tudo tem a ver com Jesus Eucarístico. A primeira coisa que o saudoso Pontífice nos recorda é que a Virgem Maria não estava presente no momento da instituição da Eucaristia, na Santa Ceia, pois não era o papel dela estar lá, mas, por intermédio de sua intercessão, realizou-se o milagre da transubstanciação pelo poder do Espírito Santo.
O que faz um homem ser homem? É a beleza física? A cor dos seus cabelos? O formato de sua orelha? Nada disso. O que o faz ser homem é algo que não se vê, é a alma! É a essência de alguém que o faz ser quem é. Assim, quando vemos a hóstia branca, redonda, de diversos tamanhos, não fazemos conta da essência, da substância, e é isso que acontece no momento da transubstanciação, ou seja, a transformação da substância vinho e pão para Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Jesus se torna acessível às pessoas na comunhão. Todos podem receber a Eucaristia, independentemente de sua condição física ou psicológica. Deus quis que você recebesse o Corpo, a Alma e a Divindade de Cristo. É Jesus, que se esconde e se aniquila por meio da Eucaristia.
Só há um caso em que o Senhor não está na hóstia: é quando o trigo ou o vinho se estragam, deixando de ser pão e vinho,não tem como ser Jesus. O Senhor não "está" no pão, Jesus é o Pão Consagrado. Quantas vezes, Ele entra na boca de um bêbado e até de alguém que não está preparado para recebê-Lo na comunhão.
Quando compreendermos o amor de Jesus Cristo por nós, nosso desejo pela Eucaristia será maior. Hóstia significa “vítima oferecida em sacrifício”. Cristo deu o poder aos sacerdotes para consagrarem a substância do pão e do vinho em Corpo e Sangue d’Ele por inteiro, é a palavra de Cristo pelo sacerdote. O sacramental é aquilo que depende de nossa fé; mas o sacramento é diferente, pois, por exemplo, no sacramento do batismo a criança não precisa ter fé para acontecer a graça, pois é Deus quem opera.
Todos nós conhecemos a passagem bíblica que narra as Bodas de Caná (cf. Jo 2,1-12). Naquele momento, o Senhor mudou tanto a aparência como a substância do líquido, diferentemente do que acontece durante a consagração, na celebração da Santa Missa. A essência do trigo é o próprio Corpo de Cristo; a essência do vinho é Seu próprio Sangue.
Assim como Jesus se fez presente no seio da Santíssima Virgem Maria durante a gestação, quando O recebemos na Hóstia Consagrada Ele está presente dentro em nós. Então, como Maria, podemos cantar o "Magnificat". Nosso Senhor Jesus Cristo se encarna no corpo de cada um de nós, nessa hora, também com o desígnio de nos salvar. Ele tem uma paixão enorme pela nossa essência, a nossa alma, por isso, tenta de todas as maneiras salvá-la. Diante disso, cabe a nós olharmos para Cristo, na Eucaristia, com a mesma adoração que Isabel recebeu Maria, quando grávida, ao visitá-la (cf. Lucas 1,39-56).
Assim como a Igreja e a Eucaristia não se separam; a Virgem Maria e a Eucaristia também não se separam. Quem entra na comunhão com Cristo, entra na escola de Maria, pois ela tem muito a nos ensinar!
Felipe Aquino Retirado do Blog da Canção Nova
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 10h43
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BISPOS DO BRASIL QUEREM REFORMA POLITICA
BRASÍLIA, sexta-feira, 28 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – “Há mecanismos hoje para coibir a corrupção em nosso país, mas a Reforma política certamente poderá ajudar muito nessa questão”: está afirmação é do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, em coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira, 27, último dia da reunião do Conselho Permanente da entidade. Dom Damasceno reiterou a posição da CNBB que, através de uma nota intitulada “Reforma Política: urgente e inadiável!” defendeu uma reforma que ultrapasse o campo eleitoral. “Nós desejamos que não aconteça apenas uma reforma eleitoral, mas uma Reforma Política, como diz a nota que nós assinamos, que seja uma ‘reforma urgente e inadiável que deve ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral porque sua função é coibir a corrupção que corrói as instituições do Estado brasileiro’, por isso, pedimos que a sociedade assuma essa bandeira”, sublinhou o cardeal. Ainda sobre o tema Reforma Política, o presidente da CNBB afirmou que a impunidade deve ser combatida através da justiça e defendeu uma investigação profunda caso haja indícios de má conduta na vida pública. “No caso de indício de corrupção, a justiça deve ser acionada para que a investigação corra e busque os culpados. Se for comprovada a inocência daquele que é acusado ele deve recuperar o seu bom nome, a sua dignidade perante a sociedade, porém, uma vez comprovada sua culpa é necessário que seja punido. Quando a justiça não funciona a impunidade continua e estimula a corrupção”. Outro ponto colocado pela presidência da CNBB durante a coletiva foi o Código Florestal brasileiro. Dom Damasceno disse que as discussões em torno do novo texto estão ocorrendo de maneira normal e destacou a possibilidade da Conferência apresentar uma emenda ao texto que beneficie de modo especial os pequenos agricultores. “Creio que as discussões estão ocorrendo de maneira normal dentro do Congresso na Câmara e no Senado. Para dar a sua contribuição, a CNBB deverá apresentar alguma emenda ao texto, sobretudo tendo em conta os pequenos agricultores, aqueles que são mais pobres, de modo que nós queremos também tomar a sua defesa para uma política melhor, para a preservação do meio ambiente e para um desenvolvimento também sustentável”, destacou dom Damasceno.
Escrito por Pe. Carlos Alberto às 21h29
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